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Atendimento do 118

Bem, felizmente que a PT vai ser decomposta — pertencendo à Sonae ou não.

Hoje liguei para o 118, coisa que não fazia há muito tempo. A pergunta era simples: queria saber o número de telefone de uma casa de aluguer de fardas (carnaval e tal..) e sabia que existia uma na Rua Costa Cabral.

O telefonema começou com uma máquina de atendimento automático que assume que os clientes querem saber o telefone de uma empresa — a partir do seu nome. Errado. Eu não sabia o nome, mas sim parte da rua e o tipo de empresa que era. Passada à frente a máquina, vem a máquina humana.

- “Bom dia, qual é o nome da empresa da qual quer saber o número de telefone se faz favor?”

- “Eu não se…”

- “Qual é a morada da empresa da qual quer saber o número de telefone se faz favor?”

- “Bom, eu não…”

- “…” (finalmente, silêncio)

- “Eu procuro uma empresa de aluguer de fardas na Rua Costa Cabral no Porto”

- Atendimento automático: “o número pretendido é…”

Em suma, se deixassem o cliente falar não precisavam de autómatos mal concebidos para poupar alguns segundos por chamada.


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