Atendimento do 118
- Published February 25th, 2006 in /dev/random
Bem, felizmente que a PT vai ser decomposta — pertencendo à Sonae ou não.
Hoje liguei para o 118, coisa que não fazia há muito tempo. A pergunta era simples: queria saber o número de telefone de uma casa de aluguer de fardas (carnaval e tal..) e sabia que existia uma na Rua Costa Cabral.
O telefonema começou com uma máquina de atendimento automático que assume que os clientes querem saber o telefone de uma empresa — a partir do seu nome. Errado. Eu não sabia o nome, mas sim parte da rua e o tipo de empresa que era. Passada à frente a máquina, vem a máquina humana.
- “Bom dia, qual é o nome da empresa da qual quer saber o número de telefone se faz favor?”
- “Eu não se…”
- “Qual é a morada da empresa da qual quer saber o número de telefone se faz favor?”
- “Bom, eu não…”
- “…” (finalmente, silêncio)
- “Eu procuro uma empresa de aluguer de fardas na Rua Costa Cabral no Porto”
- Atendimento automático: “o número pretendido é…”
Em suma, se deixassem o cliente falar não precisavam de autómatos mal concebidos para poupar alguns segundos por chamada.




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